A pandemia do coronavírus impôs mudanças na vida de todos ao redor do mundo. Natural imaginar que o mundo fitness fosse brutalmente impactado… E foi!

Colapso no mercado

A pandemia mudou a forma do mundo treinar de forma tão expressiva que antes dos sistemas de saúde colapsarem, as lojas de equipamentos e acessórios esportivos já não conseguiam atender a alta exponencial na demanda por itens fitness e esportivos.

Reconhecida pela eficiência no atendimento e entrega, a Rogue Fitness, a maior marca de CrossFit dos Estados Unidos, chegou a interromper as vendas em seu site por falta de capacidade logística para atendimento da alta demanda. Dois dias depois a gigante informava o prazo mínimo de 21 dias para envio dos pedidos.

Num cenário caracterizado por incertezas, o consenso parecia ser de que as pessoas não queriam ficar paradas no confinamento.

Reação dos profissionais de Educação Física

A reação dos profissionais de Educação Física foi imediata. Tão logo os decretos de confinamento eram publicados nos diários oficiais dos governos, os profissionais de Educação Física ocuparam as redes sociais para divulgar uma infinidade de conteúdos para promoção de saúde e fortalecimento de imunidade.

Os boxes, academias e centros de treinamento se organizaram, antes que qualquer instituição de ensino o fizesse, para oferecer soluções e acompanhamento remoto dos seus atletas e praticantes de atividade física.

O legado da conscientização

O confinamento proporcionou um cenário que combina informação qualificada acessível e a necessidade de cuidar da saúde.

A balança da motivação para treinar que antes pendia para estética e performance, atualmente pesa mais para saúde e imunidade. Este é um possível legado que pode refletir novas tendências no pós pandemia.